terça-feira, 30 de setembro de 2014

Oi pessoal
Bimestre chegando ao fim..
Notei que muitos de vocês só fizeram a colaboração no blog no dia em que fomos a sala de informática durante a aula, hum.. isso não foi legal.
Estamos na reta final do ano, vestibulares chegando. Então compromisso e foco são essenciais.
Bora correr atrás do prejuízo.
Beijinhos..
Ro ♥ 

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

OMS libera viagens a áreas atingidas pelo ebola na África

sessores de saúde independentes a serviço da Organização Mundial de Saúde (OMS) avaliaram que não deve haver uma proibição a viagens e negócios com países atingidos pela epidemia de Ebola no oeste da África, informou a agência de saúde da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta segunda-feira.
Algumas companhias aéreas pararam de voar para as áreas afetadas, e a OMS e outras agências afirmaram que isso atrapalhou os esforços de auxílio e a chegada dos especialistas até as vítimas do pior surto já registrado da febre hemorrágica.
Em um comunicado divulgado depois da segunda reunião do Comitê de Emergência, na semana passada, a OMS disse que o Ebola já matou pelo menos 2.793 pessoas em cinco países e continua sendo “uma emergência de saúde pública de relevância internacional".




Os especialistas exortaram as autoridades das nações atingidas – Guiné, Libéria, Nigéria, Senegal e Serra Leoa – a trabalharem com os setores marítimo e aeronáutico para solucionar suas diferenças e “desenvolver uma resposta coordenada” às questões de transporte.


Ficamos felizes, não é galera? Afinal o cancelamento de vôos estava prejudicando a chegada de auxílio e especialistas a região.

Beijos,
Milena Araujo


Ebola já deixou mais de 2.400 mortos na África Ocidental, segundo OMS

De acordo com balanço, ao todo 4.784 pessoas foram infectadas. Cuba enviará 165 médicos e enfermeiros a Serra Leoa.


A epidemia de ebola na África Ocidental já matou mais de 2.400 pessoas, de um total de 4.784 casos, segundo um balanço anunciado nesta sexta-feira (12) pela diretora da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan.
"No dia 12 de setembro, há 4.784 casos" e "mais de 2.400 mortos", declarou Chan, em uma coletiva de imprensa na sede da OMS, em Genebra, de acordo com a AFP.
Não foi informado, no entanto, se estes números incluem a Nigéria ou se é um balanço dos três países mais afetados: Guiné, Libéria e Serra Leoa.
O balanço anterior publicado na terça-feira pela OMS informava sobre 2.300 mortos de um total de 4.293 casos em toda a África Ocidental.
"Nos três países mais afetados", o número de casos "aumenta mais rapido que a capacidade para tratá-los", advertiu nesta sexta-feira Margaret Chan, que pede uma maior mobilização da comunidade internacional. Ela lembrou que já não resta nenhum leito disponível para tratar esses pacientes na Libéria.
A epidemia de ebola que atinge atualmente a África Ocidental é a mais grave já registrada. Outra epidemia de ebola se desenvolve de forma independente em uma área remota do noroeste da República Democrática do Congo, com 32 vítimas mortais em quase um mês.
Cuba envia 165 médicos
Em uma coletiva de imprensa conjunta com Margaret Chan, o ministro da Saúde cubano, Roberto Morales Ojeda, anunciou nesta sexta-feira que seu país enviará 165 médicos e enfermeiros a Serra Leoa durante seis meses para ajudar as autoridades a combater a epidemia de ebola. Trata-se do envio mais importante de especialistas à região, destacou Chan.
"Se vamos para a guerra contra o ebola, precisamos de recursos para lutar", disse ela, de acordo com a Reuters. "Cuba é mundialmente famosa por sua capacidade de formação de médicos e enfermeiros, por sua generosidade excepcional em ajudar outros países no caminho para o progresso."
O pessoal cubano incluirá médicos, enfermeiros, epidemiologistas, especialistas em controle de infecção em cuidados intensivos e profissionais de mobilização social. Em uma entrevista à imprensa na sede da OMS, Ojeda disse que os primeiros trabalhadores de seu país começarão a chegar a Serra Leoa no início de outubro.
Natalia Bianchini Nº31

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Influência Africana na Cultura Brasileira

Moleque, quiabo, fubá, caçula e angu. Cachaça, dengoso, quitute, berimbau e maracatu. Todas essas palavras do vocabulário brasileiro têm origem africana ou referem-se a alguma prática desenvolvida pelos africanos escravizados que vieram para o Brasil durante o período colonial e imperial.
A existência da escravidão no Brasil durante quase quatrocentos anos, além de ter constituído a base da economia material da sociedade brasileira, influenciou também sua formação cultural. A miscigenação entre africanos, indígenas e europeus é a base da formação populacional do Brasil. Dessa forma, a matriz africana da sociedade tem uma influência cultural que vai além do vocabulário.
O fato de as escravas africanas terem sido responsáveis pela cozinha dos engenhos, fazendas e casas-grandes do campo e da cidade permitiu a difusão da influência africana na alimentação. São exemplos culinários da influência africana o vatapá, acarajé, pamonha, mugunzá, caruru, quiabo e chuchu. Temperos também foram trazidos da África, como pimentas, o leite de coco e o azeite de dendê.
No aspecto religioso os africanos buscaram sempre manter suas tradições de acordo com os locais de onde haviam saído do continente africano. Entretanto, a necessidade de aderirem ao catolicismo levou diversos grupos de africanos a misturarem as religiões do continente africano com o cristianismo europeu, processo conhecido como sincretismo religioso. São exemplos de participação religiosa africana o candomblé, a umbanda, a quimbanda e o catimbó.
O samba, afoxé, maracatu, congada, lundu e a capoeira são exemplos da influência africana na música brasileira que permanecem até os dias atuais. A música popular urbana no Brasil Imperial teve nos escravos que trabalhavam como barbeiros em Salvador e Rio de Janeiro uma de suas mais ricas expressões. Instrumentos como o tambor, atabaque, cuíca, alguns tipos de flauta, marimba e o berimbau também são heranças africanas que constituem parte da cultura brasileira.Cantos, como o jongo, ou danças, como a umbigada, são também elementos culturais provenientes dos africanos.
Historiadores como João José Reis chegam a afirmar que essa cultura da diáspora negra, essa cultura dos africanos saídos do continente, caracterizada pelo otimismo, pela coragem, musicalidade e ousadia estética e política, foi incomparável no contexto da chamada Civilização Ocidental. Como não foi fácil a vida em terras americanas, precisando lutar para sobreviver, a criação cultural “com a expressão de liberdade que a cultura negra possui” foi “um lutar dobrado” para imprimir na cultura brasileira sua influência.


Caroline Moraes   Nº13
Boa Tarde Galera !!

Eu estava pesquisando umas coisas aqui e encontrei esse vídeo, é muito interessante e bom pra quem não tem paciência como eu pois, é curto !

Caroline Moraes
Nº 13

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

10 ideias erradas que temos sobre a África:
Uma jornalista da Namíbia, Christine Vrey, estava revoltada com a ignorância das pessoas com quem já conversou a respeito de seu continente natal, a África. Segundo ela, o mundo ocidental sabe muito menos do que deveria sobre o continente africano, pecando por ignorância e preconceitos. Pensando nisso, Christine elaborou uma lista com dez ideias enganosas sobre o continente. Confira:
10 – A ÁFRICA É UM PAÍS
Pode parecer inacreditável, mas muitas pessoas, segundo ela, ainda pensam que a África inteira é um país só. Na verdade, o continente africano tem 61 países ou territórios dependentes, e população superior a um bilhão de habitantes (o que faz deles o segundo continente mais populoso, atrás apenas da Ásia).
9 – A ÁFRICA INTEIRA É UM DESERTO
Dependendo das referências (alguns filmes, por exemplo), um leigo pode imaginar que a África inteira seja um deserto escassamente povoado por beduínos e camelos. Mas apenas as porções norte e sudoeste do continente (desertos do Saara e da Namíbia, respectivamente) são assim; a África apresenta um rico ecossistema com florestas, savanas e até montanhas onde há neve no cume.
8 – TODOS OS AFRICANOS VIVEM EM CABANAS
A fama de continente atrasado permite, segundo Vrey, que muitas pessoas achem que a população inteira habite cabanas com paredes de terra e teto de palha. A África, no entanto, tem moderníssimos centros urbanos nos quais vive, na realidade, a maior parte da população. As pessoas que habitam tais cabanas geralmente vêm de grupos tribais que conservam suas vilas no mesmo estado há muitas décadas.
7 – OS AFRICANOS TÊM COMIDAS ESTRANHAS
Uma cidade africana, de acordo com a jornalista, se assemelha a qualquer outra localidade ocidental no quesito alimentação: pode-se encontrar qualquer lanchonete de fast food, por exemplo. Christine explica que os hábitos alimentares dos africanos não diferem muito do nosso, exceto pelo que se come em algumas refeições, como o “braai” (o equivalente ao nosso churrasco).
6 – HÁ ANIMAIS SELVAGENS POR TODA PARTE
Em uma cidade africana, você verá o mesmo número de leões ou zebras que encontraria nas ruas de qualquer metrópole mundial: zero. Não há absolutamente nenhuma condição favorável para eles nos centros urbanos, é óbvio que vivem apenas em seus habitat naturais. Se você quiser ir à África com o intuito de observar animais selvagens, terá que fazer uma viagem específica para esse fim.
5 – A ÁFRICA É UMA EXCLUÍDA DIGITAL
A jornalista Christine conta que ainda conversa com pessoas, pela internet, que ficam surpresas pelo simples fato de que ela, uma africana, tem acesso a computadores e internet! Um dos interlocutores da jornalista chegou a perguntar se ela usava um computador movido a vapor. Ela explica que a tecnologia não perde muito tempo em fazer seus produtos mais modernos chegarem até a África, e que eles estão cada vez menos atrasados em relação ao resto do mundo.
4 – EXISTE O “IDIOMA AFRICANO”
Da mesma forma que ainda há gente que considera a África um único país, também existem pessoas que imaginam todos os habitantes do continente falando a mesma língua. Christine explica que apenas na Namíbia, de onde ela veio, há mais de 20 idiomas usuais, incluindo mais de um “importado” e alguns nativos. Nenhum país do continente tem menos de cinco dialetos correntes.
3 – A ÁFRICA TEM POUCOS HOTÉIS
Não é uma missão impossível encontrar hospedaria em uma visita ao continente africano. As maiores cidades do continente dispõem de dezenas de hotéis disponíveis para turistas. Só nas oito maiores cidades da África do Sul, existem 372 hoteis.
2 – OS AFRICANOS NÃO SABEM O QUE É UM BANHEIRO
Há quem pense, de acordo com a jornalista, que todos os africanos sejam obrigados a fazer suas necessidades atrás do arbusto ou em latrinas a céu aberto. Isso vale, segundo ela, apenas para as áreas desérticas e vilarejos afastados. No geral, uma casa na África dispõe de um vaso sanitário muito semelhante ao seu.
1 – TODOS OS AFRICANOS SÃO NEGROS
Da mesma forma que houve miscigenação de raças na América, devido às intensas migrações de europeus, a África também recebeu essas misturas. Na Namíbia, por exemplo, há famílias africanas brancas descendentes de franceses, holandeses e portugueses. Mas não há apenas isso: o continente também abriga grandes comunidades de indianos, chineses e malaios, de modo que não se pode falar em “raça africana”.



                                                                               Casas
                                                               Diversidades Climáticas
Hotéis 

Letícia de Castro
Nº23

domingo, 21 de setembro de 2014


Rio Nilo

O Rio Nilo é o principal rio que banha o Egito, a Uganda e o Sudão. O segundo maior rio do mundo em extensão com 6.650 km, perdendo apenas para o Rio Amazonas, nasce no lago Vitória, na Uganda (o segundo maior lago de água doce do mundo e o maior da África), e deságua em forma de delta, no Mar Mediterrâneo onde deposita 2.700 m³ de água por segundo.

Foto de satélite do Rio Nilo. Foto: Jeff Schmaltz / NASA / GSFC.
Foto de satélite do Rio Nilo. Foto: Jeff Schmaltz / NASA / GSFC.

Chamado de “Iteru”, ou “grande rio”, pelos antigos egípcios que devem a ele o desenvolvimento de sua civilização, o Nilo é atualmente sua fonte de energia através da usina hidroelétrica de Assuã (ou Assuão).
Rio Nilo. Foto: Nemar74 / Shutterstock.com
Rio Nilo. Foto: Nemar74 / Shutterstock.com
Ele é dividido em duas partes no Egito que são extremamente férteis devido à presença de mataria orgânica depositada periodicamente pelas cheias do rio: a região conhecida como “Vale do Nilo”, constituído por cerca de 15 km de ambos os lados ao longo de toda a sua extensão em território egípcio, e o “Delta do Nilo” a região onde ele deságua no mar e onde se divide em vários efluentes sendo que os dois principais são o Roseta e o Damietta, com uma extensão total de 9.600 km² de área fértil.
A bacia hidrográfica do Nilo é muito extensa ocupando uma região de 3.349.000 km². Em seu trajeto ele recebe vários nomes, ao sair do Lago Vitória recebe o nome de Nilo Vitória e, depois, ao passar pelo Lago Alberto recebe o nome de Nilo Alberto até chegar a uma região no Sudão onde recebe o nome de Al–Jabal (o montanhoso). No Sudão, ele atravessa um pântano conhecido como “Sudd”, e ao chegar à região do Malakal ele recebe o nome de Nilo Branco até chegar aCartum onde se encontra com o Nilo Azul, um afluente vindo da Etiópia. Mais à frente, ainda em Cartum, o Nilo (ainda chamado de Branco), recebe seu último grande afluente, o Rio Atbara do planalto abissínio.
O principal afluente do Lago Vitória é o Rio Kagera, que nasce no Burundi, por isso, diz-se também que o afluente mais remoto do Nilo é o Kagera.

AMANDA ALVES SILVA - Nº5

Aspectos Naturais da África


Clima e Vegetação


O Continente Africano é reconhecido por sua vasta área territorial, além de uma posição geográfica que torna esse continente o único a localizar-se em todos os hemisférios terrestres. A Linha do Equador, principal paralelo da Terra, passa pela África praticamente em seu centro, trazendo profundas diferenciações naturais no que diz respeito ao seu clima e à sua vegetação.

O Clima da África

A diversidade climática do continente africano é muito influenciada pelas diferenças de latitude e, em menor grau, pela maritimidade e continentalidade, além de, em alguns pontos, a altitude também determinar alguns tipos climáticos, como o de Frio de Montanha. No mapa a seguir, temos uma classificação genérica dos climas africanos.

Mapa dos tipos climáticos no continente africano *
Mapa dos tipos climáticos no continente africano 

Muitos autores colocam que o clima africano é aparentemente “espelhado”, ou seja, com uma repetição de boa parte das faixas climáticas ao norte e ao sul do Equador, embora haja diferenças, como a menor proporção de ocupação do clima desértico, além de uma menor atuação do semiárido. O Deserto do Saara, ao norte, ocupa uma ampla área, caracterizando o clima da chamada África do Norte, enquanto o Deserto do Kalahari ocupa uma área menor no extremo sul.

Paisagem do Deserto do Kalahari, em um ponto no norte da África do Sul
Paisagem do Deserto do Kalahari, em um ponto no norte da África do Sul

Apesar de o Saara ser o maior deserto quente do mundo e trazer uma ampla influência para a atmosfera continental, a maior parte do continente africano é ocupada pelo clima tropical (semelhante ao que ocorre no Brasil), com um clima seco e frio no inverno e quente e chuvoso no verão. Essa faixa climática interrompe-se em alguns trechos de clima equatorial, que é mais quente e úmido em função da presença da floresta do Congo na porção central da África.

A Vegetação da África

Se observarmos o mapa a seguir, onde há a indicação genérica dos principais biomas africanos, podemos notar que existe uma relação de equilíbrio entre o clima e a vegetação da África, com as grandes faixas desérticas já mencionadas, além da presença de Estepes na maioria das regiões semiáridas.

Mapa dos tipos de vegetação da África *
Mapa dos tipos de vegetação da África 

As Savanas, um tipo de vegetação muito semelhante ao Cerrado brasileiro e que ocupa a maior parte do continente, encontram-se quase que totalmente nas faixas de clima tropical. A floresta equatorial, responsável pelas maiores umidades do continente, encontra-se nas zonas de baixas latitudes e mantém-se cercada por uma floresta tropical úmida, enquanto nos extremos norte e sul habita a vegetação mediterrânea.

Paisagem das savanas africanas
Paisagem das savanas africanas

É importante destacar, contudo, que as fronteiras entre um tipo natural e outro não são completamente claras e bem definidas, havendo áreas de transição entre um tipo e outro. Um exemplo é a vegetação de estepe, que vai se tornando mais rala, com áreas de campo, à medida que sua posição geográfica aproxima-se das zonas desérticas.

AMANDA ALVES SILVA - Nº 5

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

CORRER PARA AS COLINAS NÃO VAI AJUDAR!

Primeiro caso de Ebola confirmado no Brasil

Um nigeriano chegou à São Luís - MA, na terça feira(12), começou a passar mal foi internado no hospital Universitário HUUFMA. Ele faleceu no sábado a noite com diagnóstico do vírus"EBOLA". O governo do Estado do Maranhão e o Ministério da Saúde ordenaram que fosse mantido em sigilo.
No entanto, o minitro da saúde, Arthur Chioro confirmou ao sec. ricardo Murad que já tem 5 pessoas internadas com os mesmos sintomas em estado grave!
A Polícia Federal iniciou hoje a operação "fronteiras fechadas", ond qualquer pessoa que tenha estado no continente africano nos últimos 10 meses não podem entrar no país. Repassem!!!!
Prezados,
Em decorrência da emergência de Ebola na África, foi elaborado pelo Ministério da Saúde o informe técnico anexo, também disponível no link abaixo:
http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/197-secretaria-svs/14163-ebola-informe-tecnico

Bruno Magalhães Nº10

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Medidas restritivas para conter ebola geram violência na LibériaA Libéria, com 576 mortes e 972 casos diagnosticados, é o país mais afetado das quatro nações do oeste da África

Publicação: 20/08/2014 20:58 

Monróvia- A violência explodiu em uma área colocada em quarentena em Monróvia, capital da Libéria, enquanto autoridades lutavam para conter a epidemia de Ebola e novos casos suspeitos na Ásia despertavam o temor de que o vírus se dissemine para além da África.

Quatro moradores ficaram feridos em West Point, subúrbio de Monróvia, quando soldados dispararam bombas de gás lacrimogênio na população, quando os militares tentavam retirar uma autoridade do governo e seus familiares que estavam na zona da quarentena. O cerco à Libéria ocorre no momento em que as autoridades de todo o mundo lutam para conter a pior epidemia do Ebola, quando cifras oficiais indicaram 106 novos óbitos em apenas dois dias, aumentando o total de vítimas da doença para 1.350.

A Libéria, com 576 mortes e 972 casos diagnosticados, é o país mais afetado das quatro nações do oeste da África atingidas pela epidemia e os números de mortes e infecções aumentam dramaticamente. Noventa e cinco pessoas morreram no país em uma disparada no número de vítimas no fim de semana, informou nesta quarta-feira a Organização Mundial da Saúde, enquanto nove morreram em Serra Leoa e dois na Guiné, onde a epidemia começou.

A presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, decretou quarentena em West Point e Dolo Town, ao leste da capital, e impôs um toque de recolher noturno como parte de medidas drásticas para conter a doença. Moradores de West Point, onde os jovens armados com cassetetes invadiram um centro para o tratamento de doentes com Ebola este sábado, reagiram com raiva às medidas, atirando pedras nas forças de segurança. "É desumano", disse ao telefone à AFP o morador Patrick Wesseh. "Eles não podem, repentinamente, nos trancar sem aviso. Como nossas crianças vão comer?", continuou.

Na quarta-feira, autoridades da Ásia disseram ter detido várias pessoas procedentes do oeste da África, devido à suspeita de contágio por Ebola. Dois nigerianos que viajaram da Nigéria para o Vietnã eram submetidos a exames em um hospital da Cidade Ho Chi Minh, informaram autoridades sanitárias.

Em Mianmar, um morador também era submetido a exames depois de chegar da Guiné. Os casos se somam às notícias, esta terça-feira, de que pacientes também eram examinados nos Estados Unidos e na Espanha. Um jovem nigeriano que passou mal em um voo da Air France entre Paris e o Laos foi recebido por uma equipe médica no aeroporto Charles De Gaulle nesta quarta-feira, mas autoridades afirmaram que tinha sido um alarme falso.

Serviços de saúde 'sobrecarregados' -

Após seu surgimento na Guiné, a epidemia se espalhou para Libéria, Serra Leoa e Nigéria, sobrecarregando os já precários serviços públicos de saúde que já lutam contra doenças que costumam ser fatais, como a malária. Para piorar a situação, alguns altos oficiais que lideravam a luta contra a doença morreram vítimas do Ebola. Um médico que tratou do primeiro paciente com Ebola da Nigéria morreu na terça-feira, aumentando o número de mortos no país mais populoso da África para cinco.

O ministro nigeriano da Saúde, Onyebuchi Chukwu, disse que o médico "era o mais experiente para cuidar do paciente" (com Ebola, Patrick Sawyer, um liberiano-americano de 40 anos, falecido em julho. Na noite desta quarta-feira, era esperada a chegada no oeste da África da nova autoridade da ONU encarregada do combate ao Ebola, David Navarro, e a expectativa era de que ele ajudasse a reforçar os serviços de saúde nos quatro países afetados.

O médico britânico disse que vai se concentrar em "revitalizar os setores de saúde" nos países afetados, muitos dos quais só saíram de anos de conflitos violentos recentemente. Os esforços para conter a epidemia também se viram confrontados com a descrença local em relação a médicos estrangeiros e com os boatos de que voluntários estivessem com a infecção.

A presidente liberiana alertou que os rituais funerários locais estavam entre os fatores que têm contribuído para a disseminação da doença. "Temos sido incapazes de combater a disseminação devido à negação continuada, a práticas de sepultamento culturais, ao desrespeito aos alertas dos trabalhadores de saúde e do governo", disse Sirleaf.

'Sinais encorajadores' 

A porta-voz da OMS, Fadela Chaib, chamou atenção para os "sinais encorajadores" na Nigéria e na Guiné, onde as medidas de prevenção e o trabalho para traçar as linhas das infecções começavam a fazer efeito. Em Serra Leoa, as origens da epidemia também foram rastreadas e chegaram a uma pessoa: uma curadeira na remota cidade fronteiriça de Sokoma.

"Ela dizia ter poderes para curar o Ebola. Pessoas da Guiné cruzaram a fronteira com Serra Leoa para se tratar", contou à AFP Mohamed Vandi, alto oficial médico do distrito atingido de Kenema. Não há cura ou vacina disponíveis para o Ebola, que é transmitido por contato próximo com fluidos corporais. Em vista da extensão da crise, a OMS autorizou tratamentos pouco testados, incluindo o ZMapp e a vacina canadense VSV-EBOV, cujos efeitos colaterais nos humanos não são conhecidos.

Três médicos da Libéria que ingeriram o medicamento experimental americano ZMapp estão respondendo ao tratamento. Países da África e em outros continentes permanecem em alerta, e a companhia aérea da Guiné Equatorial, Ceiba Intercontinental, foi a última a suspender os voos para toda a região.

Bruno Magalhães Nº10

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Ébola: Presidente da Libéria pede desculpa aos médicos infetados

11/08

Há mais uma província em quarentena no norte da Libéria devido ao vírus do ébola. É a terceira do país. Durante 90 dias está proibida a entrada ou saída de pessoas na provincía de Lofa na fronteira com a Guiné-Conacri e Serra Leoa.
A decisão é justificada com a necessidade de travar a progressão do vírus que, além da Libéria atinge mais três países da África Ocidental, entre eles a Nigéria.
Nestes territórios, foram identificados 1800 casos e cerca de 1000 pessoas já perderam a vida.
A doença, ainda, não tem cura, mas uma vacina que se encontra em fase experimental está a chamar a atenção de investigadores em todo o mundo.
Esta segunda-feira, a Organização Mundial de Saúde reuniu especialistas para debater discutir a ética do uso de medicamentos não autorizados em situações de emergência.
Ainda em fase de desenvolvimento, a vacina contra o ébola foi testada em macacos e em três doentes : dois norte-americanos e um espanhol que tinham estado contacto com pessoas infetadas.
A presidente da Libéria falou no sábado sobre o surto de Ébola que está a afetar gravemente o país. Ellen Johnson Sirleaf aproveitou para lamentar o crescente número de mortos entre os assistentes médicos que estão a lutar contra o vírus em África e que acabaram infetados.
“Se ainda não fizemos o suficiente a esta altura, estou aqui para vos pedir desculpa por isso”, disse a chefe de Estado liberiana, dirigindo-se aos assistentes médicos que se mantém a ajudar o país a combater este surto que já ultrapassou, inclusive, as fronteiras continentais.
Na Nigéria – o terceiro país a ser afetado pelo Ébola depois da Serra Leoa e da Libéria – as pessoas ainda brincam com a existência do vírus no país.

Um residente de Lagos, a capital nigeriana, refere mesmo que é tudo uma questão de fé: “Se eles dizem que o Ébola é real, por mim tudo bem. Quanto a mim, eu não sei. Sou um típico homem africano e eu não acredito. Essa é a minha crença.”
Na internet, as redes sociais nigerianas estão repletas de brincadeiras. Ainda assim, mais a sério, mas nem por isso menos incrível, é a confiança de algumas pessoas de que basta juntar sal à água do banho ou à água que se bebe se ficar imune ao Ébola.
Bruno Magalhães Nº10

Boa Noite Pessoal,
"Ninguém nasce a odiar outra pessoa devido à cor da sua pele, ao seu passado ou religião. As pessoas aprendem a odiar, e se o podem fazer, também podem ser ensinadas a amar, porque o amor é mais natural no coração humano do que o seu oposto."
                                                                      (Nelson Mandela)



Letícia de Castro
Número:23
Nome : Thiago Quitzau / Felipe Malheiro / 3°A

Religião na África

As religiões tradicionais africanas não possuem textos escritos ou livros sagrados, mas se baseiam na tradição, ou narração passada de geração para geração, sobre os conteúdos e a maneira de viver sua religiosidade. Isso se dá em forma de histórias, ritos, provérbios, danças, músicas, festas.

A religião tradicional africana distingue dois aspectos da realidade: aquilo que é visível, físico, material..., e aquilo que é invisível e espiritual. Estes dois aspectos fundem-se entre si: nenhuma coisa do mundo físico é tão material que não contenha em si elementos do mundo espiritual. Isto conduziu à crença de que há espíritos nas pedras, nas montanhas, nos rios, nas árvores, nos trovões, no Sol e na Lua... Daí a religião tradicional africana ser muitas vezes chamada também de religião animista.

http://eprotasioalves.blogspot.com.br/2012/11/religioes-tradicionais-africanas.html
Olá galera!


Quando a professora Rô nos incumbiu a tarefa de fazer posts com o tema "África", imediatamente me ocorreu a hipótese de falar sobre um ícone da história africana. Nelson Mandela foi o líder negro sul-africano símbolo da luta política contra o apartheid, regime de segregação racial que vigorou na África do Sul entre 1948 e 1994. Mandiba, carinhoso apelido atribuído, foi um verdadeiro líder, um estadista que remete liberdade e idealismo. Possuidor de uma fé inabalável, Mandela incentivou e rompeu a luta contra a segregação racial. Conheça um pouco mais sobre esse grande homem:



Mandela nos deixou em 5 de dezembro de 2013. Apenas oro para que seu espírito heróico e seu exemplo de vida, perdurem para sempre! Que seu legado e seus ensinamentos nunca desfaleçam!
Assistam o vídeo e comentem: O que acharam de sua história? Qual sua relevância para o mundo contemporâneo? 

Beijos, Milena Araujo -  Nº29.

A Africa não é só fome e nem tragedia



por:


por: Renato Augusto

Yaya Touré é eleito o melhor jogador 




africano pelo terceiro ano consecutivo

Meia do City

y supera Drogba e Obi Mikel para levar prêmio da Confederação Africana

Considerado o principal jogador do Manchester City atualmente, Yaya Touré segue com a moral em alta no continente onde nasceu. O meia foi eleito pelo terceiro ano consecutivo o melhor jogador africano, por seus feitos com as camisas do clube inglês e da seleção da Costa do Marfim. Yaya recebeu o prêmio concedido pela Confederação Africana de Futebol (CAF) em evento nesta quinta-feira, em Lagos, na Nigéria.
Yaya Toure prêmio jogador africano do Ano (Foto: AP)Yaya Touré recebe premiação da Confederação Africana de Futebol (Foto: AP)

Para levar a premiação, o meia superou o compatriota Didier Drogba, do Galatasaray, e o nigeriano John Obi Mikel, do Chelsea, também finalistas. Ao receber a honra pela terceira vez seguida, Yaya iguala o ganês Abedi Pelé (1991/92/93) e o camaronês Samueal Eto'o (2003/04/05).
O Al Ahly, do Egito, foi considerado o time do ano pela CAF, enquanto o atacante Mohammed Aboutrika, do mesmo time, levou o prêmio de melhor jogador atuando na África. O comandante da seleção nigeriana, Stephen Keshi, foi eleito o melhor treinador de 2013.
Houve, ainda, a escolha da seleção do ano entre os jogadores nascidos no continente africano. A equipe foi formada por Vincent Enyeama; Ahmed Fathi, Fari e Kevin Constant; Jonathan Pitroipa, Obi Mikel, Yaya Toure, Emmanuel Emenike; Mohammed Aboutrika, Asamoah Gyan e Pierre-Emerick Aubameyang
Guilherme H.Teixeira 

Criança Africana dançando

BIG FIVE

O rand é a moeda da África do Sul, criada em 1961, com a imagem de Jan van Riebeeck, o primeiro administrador da cidade do cabo. Em 1990, as notas foram redesenhadas com as imagens dos cinco animais mais difíceis de serem caçados, conhecidos como Big Five, termo utilizado por caçadores.
A nota mais alta, de 200 rands, traz a imagem do leopardo. A célula de 100 rands exibe o búfalo, a de 50 mostra o leão, o elefante aparece de 20 rands e o rinoceronte está na nota de 10 rands.



Nomes: Ana Luiza Werner Matoba
                                                                    Gabriel Meurer de Oliveira
13/08/2014



África do Sul acumula estádios sem utilidade após Copa

Estruturas construídas para o evento não fizeram o futebol decolar no país

Por: Abner Camaçari    N: 01
Lucas Kallel     N: 27   

África do Sul acumula estádios sem utilidade após Copa Pedro Rockenbach/Agencia RBS
Green Point é o exemplo mais evidente de "elefante branco"Foto: Pedro Rockenbach / Agencia RBS
Com vista para a turística Montanha da Mesa e cercado por um parque à beira do Atlântico, o belíssimo estádio de Green Point se tornou cartão postal da Cidade do Cabo e o principal elefante branco da Copa. Erguido a um custo de quase R$ 1 bilhão aos cofres públicos, além de passar boa parte do ano absolutamente vazio e sem uso, ainda causa um prejuízo de R$ 10 milhões anuais somente em manutenção.
No final do ano passado, a prefeitura da Cidade do Cabo chegou a considerar a possibilidade de demolir a construção a um custo de R$ 4 milhões, porém acabou desconsiderando a ideia e hoje busca soluções para tornar o estádio viável economicamente.
O exemplo da Cidade do Cabo não é o único caso de desperdício de dinheiro entre as arenas erguidas na África do Sul para o Mundial de 2010. Em Durban, o gigante Mosses Mabhida não atrai público o suficiente com o futebol do time local AmaZulu. Para tentar compensar gastos com manutenção, o estádio é usado para shows e feiras. Além disso, de segunda à sexta, as portas ficam abertas para o público que deseja pular de bugee jump.
No Nelson Mandela Bay, construído na cidade de Porto Elizabeth, a realidade não é muito diferente. Tendo recebido menos de 20 jogos de futebol desde o fim da Copa do Mundo de 2010, a administração do estádio vende o local como o "salão perfeito para a sua festa de casamento" e já sediou quase 60 eventos privados nos últimos quatro anos.
Para o economista e urbanista Pillay, a atual realidade dos estádios sul-africanos não será necessariamente o futuro do Brasil.
— Os brasileiros são grandes fãs do esporte, não acho que as arenas ficarão vazias. Aqui na África do Sul o futebol nacional não tem tanta força. Tirando Soccer City, os estádios se mantém hoje por causa do rúgbi — diz se referindo ao Loftus Versfelf, de Pretória, e ao Ellis Park, em Joanesburgo, que também são palco para partidas de rúgbi, uma das grandes paixões da nação.
Soccer City ajudou a desenvolver SowetoModernizado para a Copa do Mundo de 2010, Estádio Soccer City custou mais de R$ 700 milhões à província de Gauteng. Mas entre a manada de elefantes brancos que hoje assombram o país, talvez seja a única construção que compensa o gasto de milhões. Apesar de não conseguir se sustentar somente com jogos de futebol e também precisar se render a shows privados e partidas de rúgbi, os investimentos resultaram no desenvolvimento da área de Nasrec.
De acordo com relatório do governo municipal, as autoridades viram a Copa do Mundo como uma oportunidade de "restabelecer a região economicamente, socialmente e ambientalmente". Antes do Mundial, Nasrec era abandonada. Hoje, tem parques, postos de gasolina, avenidas e um anfiteatro que abriga até 500 pessoas.
Localizado às margens da township de Soweto, que abriga 40% da população de Joanesburgo, o estádio também garantiu uma melhoria no acesso ao transporte público e hoje facilita a locomoção dos moradores.
Futebol não evoluiuMais de uma década desde o fim do apartheid, e o futebol ainda é considerado um "esporte de negros" na África do Sul.
— Achei que a Copa fosse mudar um pouco essa realidade, já que brancos, negros e mulatos se uniram para torcer. Mas quando o evento acabou, a união terminou junto — reclama Thabo DladlaDladla, diretor e fundador de um programa que oferece aulas de futebol para jovens e crianças carentes.
Escritor do livro "Desenvolvimento e Sonhos: a legacia urbana da Copa", o economista sul-africano Udesh Pillay concorda e afirma que faltou planejamento do governo.
— O Departamento de Esportes e Recreação deveria ter criado projetos para manter esse amor pelo futebol vivo — explica.