quarta-feira, 27 de agosto de 2014

CORRER PARA AS COLINAS NÃO VAI AJUDAR!

Primeiro caso de Ebola confirmado no Brasil

Um nigeriano chegou à São Luís - MA, na terça feira(12), começou a passar mal foi internado no hospital Universitário HUUFMA. Ele faleceu no sábado a noite com diagnóstico do vírus"EBOLA". O governo do Estado do Maranhão e o Ministério da Saúde ordenaram que fosse mantido em sigilo.
No entanto, o minitro da saúde, Arthur Chioro confirmou ao sec. ricardo Murad que já tem 5 pessoas internadas com os mesmos sintomas em estado grave!
A Polícia Federal iniciou hoje a operação "fronteiras fechadas", ond qualquer pessoa que tenha estado no continente africano nos últimos 10 meses não podem entrar no país. Repassem!!!!
Prezados,
Em decorrência da emergência de Ebola na África, foi elaborado pelo Ministério da Saúde o informe técnico anexo, também disponível no link abaixo:
http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/197-secretaria-svs/14163-ebola-informe-tecnico

Bruno Magalhães Nº10

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Medidas restritivas para conter ebola geram violência na LibériaA Libéria, com 576 mortes e 972 casos diagnosticados, é o país mais afetado das quatro nações do oeste da África

Publicação: 20/08/2014 20:58 

Monróvia- A violência explodiu em uma área colocada em quarentena em Monróvia, capital da Libéria, enquanto autoridades lutavam para conter a epidemia de Ebola e novos casos suspeitos na Ásia despertavam o temor de que o vírus se dissemine para além da África.

Quatro moradores ficaram feridos em West Point, subúrbio de Monróvia, quando soldados dispararam bombas de gás lacrimogênio na população, quando os militares tentavam retirar uma autoridade do governo e seus familiares que estavam na zona da quarentena. O cerco à Libéria ocorre no momento em que as autoridades de todo o mundo lutam para conter a pior epidemia do Ebola, quando cifras oficiais indicaram 106 novos óbitos em apenas dois dias, aumentando o total de vítimas da doença para 1.350.

A Libéria, com 576 mortes e 972 casos diagnosticados, é o país mais afetado das quatro nações do oeste da África atingidas pela epidemia e os números de mortes e infecções aumentam dramaticamente. Noventa e cinco pessoas morreram no país em uma disparada no número de vítimas no fim de semana, informou nesta quarta-feira a Organização Mundial da Saúde, enquanto nove morreram em Serra Leoa e dois na Guiné, onde a epidemia começou.

A presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, decretou quarentena em West Point e Dolo Town, ao leste da capital, e impôs um toque de recolher noturno como parte de medidas drásticas para conter a doença. Moradores de West Point, onde os jovens armados com cassetetes invadiram um centro para o tratamento de doentes com Ebola este sábado, reagiram com raiva às medidas, atirando pedras nas forças de segurança. "É desumano", disse ao telefone à AFP o morador Patrick Wesseh. "Eles não podem, repentinamente, nos trancar sem aviso. Como nossas crianças vão comer?", continuou.

Na quarta-feira, autoridades da Ásia disseram ter detido várias pessoas procedentes do oeste da África, devido à suspeita de contágio por Ebola. Dois nigerianos que viajaram da Nigéria para o Vietnã eram submetidos a exames em um hospital da Cidade Ho Chi Minh, informaram autoridades sanitárias.

Em Mianmar, um morador também era submetido a exames depois de chegar da Guiné. Os casos se somam às notícias, esta terça-feira, de que pacientes também eram examinados nos Estados Unidos e na Espanha. Um jovem nigeriano que passou mal em um voo da Air France entre Paris e o Laos foi recebido por uma equipe médica no aeroporto Charles De Gaulle nesta quarta-feira, mas autoridades afirmaram que tinha sido um alarme falso.

Serviços de saúde 'sobrecarregados' -

Após seu surgimento na Guiné, a epidemia se espalhou para Libéria, Serra Leoa e Nigéria, sobrecarregando os já precários serviços públicos de saúde que já lutam contra doenças que costumam ser fatais, como a malária. Para piorar a situação, alguns altos oficiais que lideravam a luta contra a doença morreram vítimas do Ebola. Um médico que tratou do primeiro paciente com Ebola da Nigéria morreu na terça-feira, aumentando o número de mortos no país mais populoso da África para cinco.

O ministro nigeriano da Saúde, Onyebuchi Chukwu, disse que o médico "era o mais experiente para cuidar do paciente" (com Ebola, Patrick Sawyer, um liberiano-americano de 40 anos, falecido em julho. Na noite desta quarta-feira, era esperada a chegada no oeste da África da nova autoridade da ONU encarregada do combate ao Ebola, David Navarro, e a expectativa era de que ele ajudasse a reforçar os serviços de saúde nos quatro países afetados.

O médico britânico disse que vai se concentrar em "revitalizar os setores de saúde" nos países afetados, muitos dos quais só saíram de anos de conflitos violentos recentemente. Os esforços para conter a epidemia também se viram confrontados com a descrença local em relação a médicos estrangeiros e com os boatos de que voluntários estivessem com a infecção.

A presidente liberiana alertou que os rituais funerários locais estavam entre os fatores que têm contribuído para a disseminação da doença. "Temos sido incapazes de combater a disseminação devido à negação continuada, a práticas de sepultamento culturais, ao desrespeito aos alertas dos trabalhadores de saúde e do governo", disse Sirleaf.

'Sinais encorajadores' 

A porta-voz da OMS, Fadela Chaib, chamou atenção para os "sinais encorajadores" na Nigéria e na Guiné, onde as medidas de prevenção e o trabalho para traçar as linhas das infecções começavam a fazer efeito. Em Serra Leoa, as origens da epidemia também foram rastreadas e chegaram a uma pessoa: uma curadeira na remota cidade fronteiriça de Sokoma.

"Ela dizia ter poderes para curar o Ebola. Pessoas da Guiné cruzaram a fronteira com Serra Leoa para se tratar", contou à AFP Mohamed Vandi, alto oficial médico do distrito atingido de Kenema. Não há cura ou vacina disponíveis para o Ebola, que é transmitido por contato próximo com fluidos corporais. Em vista da extensão da crise, a OMS autorizou tratamentos pouco testados, incluindo o ZMapp e a vacina canadense VSV-EBOV, cujos efeitos colaterais nos humanos não são conhecidos.

Três médicos da Libéria que ingeriram o medicamento experimental americano ZMapp estão respondendo ao tratamento. Países da África e em outros continentes permanecem em alerta, e a companhia aérea da Guiné Equatorial, Ceiba Intercontinental, foi a última a suspender os voos para toda a região.

Bruno Magalhães Nº10

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Ébola: Presidente da Libéria pede desculpa aos médicos infetados

11/08

Há mais uma província em quarentena no norte da Libéria devido ao vírus do ébola. É a terceira do país. Durante 90 dias está proibida a entrada ou saída de pessoas na provincía de Lofa na fronteira com a Guiné-Conacri e Serra Leoa.
A decisão é justificada com a necessidade de travar a progressão do vírus que, além da Libéria atinge mais três países da África Ocidental, entre eles a Nigéria.
Nestes territórios, foram identificados 1800 casos e cerca de 1000 pessoas já perderam a vida.
A doença, ainda, não tem cura, mas uma vacina que se encontra em fase experimental está a chamar a atenção de investigadores em todo o mundo.
Esta segunda-feira, a Organização Mundial de Saúde reuniu especialistas para debater discutir a ética do uso de medicamentos não autorizados em situações de emergência.
Ainda em fase de desenvolvimento, a vacina contra o ébola foi testada em macacos e em três doentes : dois norte-americanos e um espanhol que tinham estado contacto com pessoas infetadas.
A presidente da Libéria falou no sábado sobre o surto de Ébola que está a afetar gravemente o país. Ellen Johnson Sirleaf aproveitou para lamentar o crescente número de mortos entre os assistentes médicos que estão a lutar contra o vírus em África e que acabaram infetados.
“Se ainda não fizemos o suficiente a esta altura, estou aqui para vos pedir desculpa por isso”, disse a chefe de Estado liberiana, dirigindo-se aos assistentes médicos que se mantém a ajudar o país a combater este surto que já ultrapassou, inclusive, as fronteiras continentais.
Na Nigéria – o terceiro país a ser afetado pelo Ébola depois da Serra Leoa e da Libéria – as pessoas ainda brincam com a existência do vírus no país.

Um residente de Lagos, a capital nigeriana, refere mesmo que é tudo uma questão de fé: “Se eles dizem que o Ébola é real, por mim tudo bem. Quanto a mim, eu não sei. Sou um típico homem africano e eu não acredito. Essa é a minha crença.”
Na internet, as redes sociais nigerianas estão repletas de brincadeiras. Ainda assim, mais a sério, mas nem por isso menos incrível, é a confiança de algumas pessoas de que basta juntar sal à água do banho ou à água que se bebe se ficar imune ao Ébola.
Bruno Magalhães Nº10

Boa Noite Pessoal,
"Ninguém nasce a odiar outra pessoa devido à cor da sua pele, ao seu passado ou religião. As pessoas aprendem a odiar, e se o podem fazer, também podem ser ensinadas a amar, porque o amor é mais natural no coração humano do que o seu oposto."
                                                                      (Nelson Mandela)



Letícia de Castro
Número:23
Nome : Thiago Quitzau / Felipe Malheiro / 3°A

Religião na África

As religiões tradicionais africanas não possuem textos escritos ou livros sagrados, mas se baseiam na tradição, ou narração passada de geração para geração, sobre os conteúdos e a maneira de viver sua religiosidade. Isso se dá em forma de histórias, ritos, provérbios, danças, músicas, festas.

A religião tradicional africana distingue dois aspectos da realidade: aquilo que é visível, físico, material..., e aquilo que é invisível e espiritual. Estes dois aspectos fundem-se entre si: nenhuma coisa do mundo físico é tão material que não contenha em si elementos do mundo espiritual. Isto conduziu à crença de que há espíritos nas pedras, nas montanhas, nos rios, nas árvores, nos trovões, no Sol e na Lua... Daí a religião tradicional africana ser muitas vezes chamada também de religião animista.

http://eprotasioalves.blogspot.com.br/2012/11/religioes-tradicionais-africanas.html
Olá galera!


Quando a professora Rô nos incumbiu a tarefa de fazer posts com o tema "África", imediatamente me ocorreu a hipótese de falar sobre um ícone da história africana. Nelson Mandela foi o líder negro sul-africano símbolo da luta política contra o apartheid, regime de segregação racial que vigorou na África do Sul entre 1948 e 1994. Mandiba, carinhoso apelido atribuído, foi um verdadeiro líder, um estadista que remete liberdade e idealismo. Possuidor de uma fé inabalável, Mandela incentivou e rompeu a luta contra a segregação racial. Conheça um pouco mais sobre esse grande homem:



Mandela nos deixou em 5 de dezembro de 2013. Apenas oro para que seu espírito heróico e seu exemplo de vida, perdurem para sempre! Que seu legado e seus ensinamentos nunca desfaleçam!
Assistam o vídeo e comentem: O que acharam de sua história? Qual sua relevância para o mundo contemporâneo? 

Beijos, Milena Araujo -  Nº29.

A Africa não é só fome e nem tragedia



por:


por: Renato Augusto