quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Diversidade Musical Africana



Música Africana
A África é um continente com um leque enorme de diversidade étnica, cultural e linguística. Uma descrição geral da chamada música africana não seria possível dada a quantidade e variedade de expressões. No entanto, existem semelhanças regionais entre grupos desiguais, assim como as tendências que são constantes ao longo de todo o comprimento e a largura do continente africano.
A música da África é tão vasta e variada como as muitas regiões, nações e grupos étnicos do continente. Embora não haja distintamente música pan-africana, não são comuns formas de expressões musicais, especialmente no interior das regiões.
A música do Norte de África e partes da região do Saara, têm uma ligação à música do Leste da Europa mais que da metade da África sub-saariana. Além disso, a música e a dança da diáspora africana (música da América Latina e Caribe), como a rumba, salsa, assim como a música dos Afro-americanos, foi inspirada nas várias tradições africanas levadas pelos escravos transferidos a diferentes pontos do mundo.

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A percussão é significante em toda a África.
Carolina Perosso nº 12 e Letícia Vacker nº25

                                              Ebola 


            Surto de ebola em partes da África é considerado fora de controle e o maior da história.


    O número de mortos no pior surto de Ebola já registrado atingiu  1.779, depois que mais 52 pessoas morreram em três dias até 9 de agosto, em três países da África Ocidental, informou a Organização Mundial da Saúde. Em quatro meses, o surto de Ebola que surgiu em Guiné já se espalhou para dois países vizinhos, Libéria e Serra Leoa.
    O maior número de mortes recentes foi na Libéria, onde 29 pessoas morreram, seguido de Serra Leoa (17) e Guiné (6), disse a OMS em um comunicado em seu site. O número total de casos subiu para 1.848, acrescentou.
"Há um movimento constante e intenso de pessoas cruzando fronteiras nesta região e os casos estão se espalhando rapidamente para mais províncias e países", explicou Lugli, diretor de operações do MSF na Suíça.
A doença já se alastrou para mais de 60 localidades diferentes na África Ocidental e ainda não atingiu seu pico.
Segundo a organização, os países afetados devem tomar todas as medidas possíveis para conter a epidemia, concentrando esforços nas fronteiras e aeroportos.  — A epidemia de ebola é a mais importante e a mais grave em quatro décadas — destacou em entrevista coletiva a diretora geral da OMS, Margaret Chan, que teve orientação de 20 especialistas.
        A OMS realizou uma reunião de emergência sobre o surto, no encontro, as autoridades concordaram em ampliar a coordenação e monitoramento da doença, com foco nas regiões fronteiriças. Para isso, a OMS anunciou a criação de um centro regional de apoio técnico em Guiné.
No entanto, a organização ainda não prescreve nenhum tipo de restrição a viagens para a África Ocidental ou entre países da região.

 Segue abaixo link do documentário sobre a doença:





Natália Aires Lorena nº30
Bruno Aiello Vaciloto nº09          3ºA


Unicef Duas em cada cinco crianças viverão em África em 2050

Unicef Duas em cada cinco crianças viverão em África em 2050

Duas em cada cinco crianças viverão em África nos próximos 35 anos, estima um relatório da Unicef, que, por isso, apela ao investimento na geração mais nova do continente.
MUNDO
Duas em cada cinco crianças viverão em África em 2050
Lusa
"As elevadas taxas de fecundidade e o número crescente de mulheres em idade reprodutiva significam que, ao longo dos próximos 35 anos, perto de dois milhões de bebés vão nascer em África", realça o "Geração 2030/Relatório sobre África", apresentado hoje em Joanesburgo, na África do Sul.
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As projeções da agência das Nações Unidas para a infância apontam para que, em 2050, cerca de 40 por cento de todos os nascimentos venham a registar-se em África, onde o número de crianças chegará perto dos mil milhões.
"O futuro da humanidade é cada vez mais africano", constata a Unicef, classificando o previsível "aumento sem precedentes da população infantil" como "uma oportunidade única" para os responsáveis políticos definirem "uma estratégia de investimento centrada na criança", que se traduza em "benefícios" para África e o mundo.
Em 2015, mais de metade da população de 15 países africanos terá menos de 18 anos, incluindo Angola (54 por cento) e Moçambique (52 por cento).
O relatório chama a atenção para a Nigéria, onde já se verifica o maior número de nascimentos do continente e que, segundo as estimativas, em 2050, "contabilizará quase dez por cento dos nascimentos a nível mundial".
A população nigeriana será 2,5 vezes maior, devendo atingir os 440 milhões de habitantes em 2050, e os menores de 18 anos aumentarão de 93 para 181 milhões.
Dos 54 países africanos, a Nigéria é o exemplo mais relevante, porque representa 16 por cento da população regional, mas todo o continente está em transição demográfica.
Moçambique está também no "top ten" dos países que, até 2050, mais contribuirão para o aumento populacional em África, devendo crescer em 33 milhões de habitantes. Os atuais 14 milhões de crianças do país lusófono aumentarão em 11 milhões.
A urbanização crescente do continente fará com que a maioria dos africanos viva em cidades, antecipa o documento. Se dentro de um ano 40 por cento da população africana habitará em contextos urbanos, essa percentagem deverá aumentar para 60 por cento até 2050.
Em 2015, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe estarão no "top ten" (em 6.º e 8.º lugares, respetivamente) dos países africanos com maior percentagem de população urbana. Cabo Verde será também um dos países africanos mais densamente povoados.
Em comunicado, Leila Gharagozloo-Pakkala, diretora regional da Unicef para a África Oriental e Austral, espera que estas projeções sirvam de "catalisador para um debate internacional, regional e nacional sobre as crianças africanas".
Isto porque, sublinha, "investindo nas crianças de hoje -- na sua saúde, educação e proteção" traria "vantagens económicas" a um continente onde, "apesar da melhoria", ocorrem "metade de todas as mortes infantis do mundo".
Em África, uma em cada onze crianças morre antes dos cinco anos, taxa 14 vezes superior à média dos países de rendimento elevado, recorda a Unicef, estimando que, a manter-se este panorama, a mortalidade infantil "pode subir para próximo dos 70 por cento" em 2050.
"As alterações demográficas profundas pelas quais a população de crianças africanas vai passar estão entre os problemas mais importantes que o continente enfrenta", conclui o relatório. "Se o investimento nas crianças africanas não for considerado prioritário, o continente não conseguirá aproveitar plenamente esta transição demográfica", alerta Manuel Fontaine, diretor regional da Unicef para a África Ocidental e Central.

http://www.noticiasaominuto.com/mundo/261741/duas-em-cada-cinco-criancas-viverao-em-africa-em-2050


Caio Henrique Proença        3°A 
Guilherme Augusto
Luana Oliveira 

Vamos dar valor no que temos





por: Renato Augusto

Duas em cada cinco crianças viverão na África em 2050

Publicação: 12/08/2014 08:55 Atualização:

Duas em cada cinco crianças viverão na África nos próximos 35 anos, estima relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) que, por isso, apela por investimentos na geração mais nova do continente.
“As elevadas taxas de fecundidade e o número crescente de mulheres em idade reprodutiva significam que, ao longo dos próximos 35 anos, perto de 2 milhões de bebês vão nascer na África”, destaca o documento  Geração 2030/Relatório sobre África, apresentado hoje (12) em Joanesburgo, na África do Sul.
As projeções do Unicef mostram que, em 2050, cerca de 40% de todos os nascimentos devem ocorrer na África, onde o número de crianças chegará perto de 1 bilhão.
“O futuro da humanidade é cada vez mais africano”, destaca o Unicef, classificando o previsível aumento sem precedentes da população infantil como oportunidade única para os responsáveis políticos definirem "uma estratégia de investimento centrada na criança”, que se traduza em benefícios para África e o mundo.
Em 2015, mais de metade da população de 15 países africanos terão menos de 18 anos, incluindo Angola (54%) e Moçambique (52%).
O relatório chama a atenção para a Nigéria, onde já se verifica o maior número de nascimentos do continente e que, segundo as estimativas, em 2050 “contabilizará quase 10% cento dos nascimentos em nível mundial”. A população nigeriana será 2,5 vezes maior, devendo atingir 440 milhões de habitantes em 2050, e os menores de 18 anos aumentarão de 93 para 181 milhões.
Dos 54 países africanos, a Nigéria é o exemplo mais relevante, porque representa 16% da população regional, mas todo o continente está em transição demográfica.
Moçambique está também entre os países que, até 2050, mais contribuirão para o aumento populacional na África, devendo crescer em 33 milhões de habitantes. Os atuais 14 milhões de crianças do país lusófono aumentarão em 11 milhões.
A urbanização crescente do continente fará com que a maioria dos africanos viva em cidades, antecipa o documento. Se dentro de um ano, 40% da população africana habitarão em contextos urbanos, esse índice deverá aumentar para 60% até 2050.
Em 2015, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe estarão em sexto e oitavo lugares, respectivamente, entre os países africanos com maior percentual de população urbana. Cabo Verde será também um dos mais densamente povoados.
Em comunicado, Leila Gharagozloo-Pakkala, diretora regional do Unicef para a África Oriental e Austral, espera que as projeções sirvam de “catalisador para um debate internacional, regional e nacional sobre as crianças africanas”. Isso porque, segundo ela, o investimento nas crianças de hoje – na sua saúde, educação e proteção -  traria vantagens econômicas a um continente onde, apesar da melhoria, ocorre metade de todas as mortes infantis do mundo.
Na África, uma em cada 11 crianças morre antes dos 5 anos, taxa 14 vezes superior à média dos países de rendimento elevado, lembra o Unicef, estimando que, a manter-se esse panorama, a mortalidade infantil “pode subir para próximo dos 70% em 2050.
“As alterações demográficas profundas pelas quais a população de crianças africanas vai passar estão entre os problemas mais importantes que o continente enfrenta”, mostra o relatório. “Se o investimento nas crianças africanas não for considerado prioritário, o continente não conseguirá aproveitar plenamente essa transição demográfica”, alerta Manuel Fontaine, diretor regional do Unicef para a África Ocidental e Central.
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/mundo/2014/08/12/interna_mundo,521966/duas-em-cada-cinco-criancas-viverao-na-africa-em-2050.shtml
Guilherme H.Teixeira ;)

Acidentes do laboratório de Porton Down- O Começo da Ebola

Acidentes do laboratório de Porton Down- O Começo da Ebola [TeoriaC]

Por: Lucas Kallel    Nº27
Abner Camaçari    N°01